Ela o conheceu quando não esperava conhecer ninguém. Atendeu aos pedidos de uns amigos que estavam com um amigo recém-separado da namorada. Ela foi, beijou, gostou, e depois de um mês transou. Cara, ele nem era bonito, mas era bom...sexo bom, pegada boa, tudo. Como poderia existir isso TUDO tão perto? Ela só queria aquilo e aquele homem era tudooooo.
Bem, além do sexo bom a paixão rolou, o encanto também e o homem se transformou em príncipe encantado com direito a flores, e olha que ele não tinha feito nada de errado. O casamento foi lindo. Juras de amor eterno. Os filhos nasceram e a família ficou feliz.
O detalhe é: juraram ao pé do altar que o amor seria eterno, mas e o sexo, esse também seria? Por que o padre não fala algo do tipo: o sexo no cansaço ou no descanso; no sol ou na chuva, na rua ou na fazenda ou na casinha de sapê? Tenho certeza que todos diriam SIMMMM...sem nem pensar. E se não cumprissem isso deveriam ser castigados, como eu não sei...acho que com mais sexo.
Esse casal relatado não é perfeito. Ela acorda no meio da noite com sonhos doidos e ele vai ninar o bebê ao invés de ninar a mulher. Coitada. Ela volta a dormir para ver se o sonho volta e ela sente algum prazer.
No dia seguinte, o que acontece. Nada, tudo igual como antes. Apenas um papo com as amigas para desabafar e tentar se animar com o assunto séquiço. Porque falar é bom também.
Vamos ver se ela tem sorte no próximo sonho ou se a realidade fica mais agradável...

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