apenas algumas reflexões dos momentos vazios que tive nas horas vazias da vida dos dias não tão cheios lamento os erros de grafia de algumas palavras. não escrevo previamente, por isso esses equívocos e a falta de correção . não quero revisar os textos pq cada erro e cada texto teve o seu momnto vazio que não quero hoje preencher. boa leitura
Quem sou eu
- AMANTE DA VIDA NUM MUNDO EGOÍSTA QUE AMA DEMAIS POR MUITO MENOS....
- sem descrições a fazer...os leitores poderão fazer por mim
domingo, novembro 16, 2008
para refletir
“A ignorância liberta”, disse a amiga. Politicamente, achou a frase para lá de questionável, mas no campo pessoal, fez sentido. Quando adolescente, deixava a vida levar. Barco a deriva. No mar bravio. Ou na calma de um lago. Não importava, a vida seguia assim, solta, quase que naturalmente. Sentia-se sempre feliz. Tudo era simples. Gosto? Então continuo. Não gosto? Vaza, malandro!!!! A vida era como a OI, simples assim. Não que fosse entediante. Muito pelo contrário, sua vida fora sempre cheia de emoções. Emoções sim, mas sem grandes questionamentos. Hoje, pensa, racionaliza, pensa de novo, quase faz contas, coloca na balança, receia, vacila, é, mas não é, pode ser... será que é? O problema de se fazer muitas perguntas é passar a vida questionando e se esquecer de vivê-la. O real não espera você encontrar todas as respostas. Crescer dói. Os caminhos se tornam mais restritos. A liberdade vem junto com as responsabilidades, trabalhos e contas a pagar. Tudo se complexifica. Inclusive os relacionamentos. Perdem a leveza e o diletantismo dos amores adolescentes, que por mais carregados de amor e paixão eram sempre inconseqüentes. A maturidade não veio para esclarecer, e sim para confundir. E continua a perguntar: dá para viver como adolescente, deixando acontecer? Ao mesmo tempo, dá para “matematizar” a vida? Até que ponto ainda dá para correr riscos? Até que ponto isto não se tornou irresponsabilidade?
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário