
Eis que iniciaremos mais um capítulo do “Diário de Inês”...
Sexta-feira, nove da manhã. Ao acordar Inês não imaginava o que vivenciaria naquele dia! No ápice de sua cara-de-pau Inês com seu projeto de doutorado “fast-food” que escreveu em uma semana, resolveu sacramentar a empreitada e inscrever-se no referido concurso. Enrolada, transtornada, esquecida, histérica e com dor de barriga, parte para a Universidade. No caminho o telefone toca: surge o convite. Filó, sua amiga de muitos, muitos carnavais (literalmente) a intima para um “choppinho”. Convenhamos, um “convite” para um chopp àquela altura, num dia como aquele, era uma intimação.
Após concretizar sua inscrição, pra variar, no último dia, último horário (não convém relatarmos os dramas vividos nestas horas entre a chegada na instituição e a efetuação da inscrição, pois nosso texto ficaria excessivamente dramático).. Inês liga para Filó, que igualmente viveu uma semana tensa. As duas encontraram-se e partiram para um singelo botequim no centro, programinha clássico pra quem está com pouca grana, mas tem muito drama pra contar...
Skol geladíssima, batata frita (a gordura quente mata as bactérias dos botecos insalubres), pessoas toscas em volta Ahhhhh, que sexta-feira linda!!!! O assunto da mesa? A eleição americana e a crise econômica mundial.. queeeeeeeee????? Crise econômica sexta feira??????? Claro que não! Inês e Filó têm temas mais relevantes e urgentes: homens.
O telefone de Inês toca. Ela atende escuta a frase SENSACIONAL de um “pretendente”, “você não quer sair para DIALOGAR”?? O que é isso, ela pensa? De que planeta ele veio? Dialogar? Numa sexta feira à noite?? Inês dispensa o diálogo. Filó fica chocada com a proposta descabida. Filó e Inês, depois de utilizarem o banheiro (sem comentários) do boteco, resolvem seguir para o samba...Uma combinação infalível: sexta-noite-samba-cerveja. Tudo parecia estar sob controle até Inês decidir tomar caipirinha. Inês viveu uma experiência mística. Seu copo de “prástico”, já vazio é claro, pois todo seu conteúdo alcoólico já estava no sangue de Inês, bem, seu copo transformou-se em um cavaquinho. E como Inês tocava bem! Filó, apesar de sóbria, aplaudia. Incentivava até! Ah, as amigas! O que seriam dos porres sem as amigas para testemunhar os micos?! Mas o copo não parava! Virou também cuíca, pandeiro, surdo, até que Filó disse: “Agora, Inês toque tamborim!” De repente, deu “um branco” total e Inês perguntou pra Filó: “Tamborim?! Não me lembro.. como é isso?” Filó não a deixou na mão, ensinou a transformar o copo em tamborim! E que samba lindo! Inês tocava, Filó dançava. Dizem que algumas pessoas ao redor riam, mas acho que elas nem perceberam.
Dançaram a noite toda e, apesar de estarem num samba, dançaram maracatu, funk, reggae, porque afinal de contas tudo vale a pena quando a dose não é pequena. Apesar da dor de cabeça do dia seguinte e de não lembrar exatamente como foi embora (mentira!), Inês guardou o que batizou como “símbolo’ daquela produtiva amizade: O copo. Está na estante de sua sala. Pois, o que à primeira vista parece apenas um copo, na verdade é a prova cabal de que estando em boa companhia qualquer programa vira o programa do século. Com direito a muito mico, claro!
Sexta-feira, nove da manhã. Ao acordar Inês não imaginava o que vivenciaria naquele dia! No ápice de sua cara-de-pau Inês com seu projeto de doutorado “fast-food” que escreveu em uma semana, resolveu sacramentar a empreitada e inscrever-se no referido concurso. Enrolada, transtornada, esquecida, histérica e com dor de barriga, parte para a Universidade. No caminho o telefone toca: surge o convite. Filó, sua amiga de muitos, muitos carnavais (literalmente) a intima para um “choppinho”. Convenhamos, um “convite” para um chopp àquela altura, num dia como aquele, era uma intimação.
Após concretizar sua inscrição, pra variar, no último dia, último horário (não convém relatarmos os dramas vividos nestas horas entre a chegada na instituição e a efetuação da inscrição, pois nosso texto ficaria excessivamente dramático).. Inês liga para Filó, que igualmente viveu uma semana tensa. As duas encontraram-se e partiram para um singelo botequim no centro, programinha clássico pra quem está com pouca grana, mas tem muito drama pra contar...
Skol geladíssima, batata frita (a gordura quente mata as bactérias dos botecos insalubres), pessoas toscas em volta Ahhhhh, que sexta-feira linda!!!! O assunto da mesa? A eleição americana e a crise econômica mundial.. queeeeeeeee????? Crise econômica sexta feira??????? Claro que não! Inês e Filó têm temas mais relevantes e urgentes: homens.
O telefone de Inês toca. Ela atende escuta a frase SENSACIONAL de um “pretendente”, “você não quer sair para DIALOGAR”?? O que é isso, ela pensa? De que planeta ele veio? Dialogar? Numa sexta feira à noite?? Inês dispensa o diálogo. Filó fica chocada com a proposta descabida. Filó e Inês, depois de utilizarem o banheiro (sem comentários) do boteco, resolvem seguir para o samba...Uma combinação infalível: sexta-noite-samba-cerveja. Tudo parecia estar sob controle até Inês decidir tomar caipirinha. Inês viveu uma experiência mística. Seu copo de “prástico”, já vazio é claro, pois todo seu conteúdo alcoólico já estava no sangue de Inês, bem, seu copo transformou-se em um cavaquinho. E como Inês tocava bem! Filó, apesar de sóbria, aplaudia. Incentivava até! Ah, as amigas! O que seriam dos porres sem as amigas para testemunhar os micos?! Mas o copo não parava! Virou também cuíca, pandeiro, surdo, até que Filó disse: “Agora, Inês toque tamborim!” De repente, deu “um branco” total e Inês perguntou pra Filó: “Tamborim?! Não me lembro.. como é isso?” Filó não a deixou na mão, ensinou a transformar o copo em tamborim! E que samba lindo! Inês tocava, Filó dançava. Dizem que algumas pessoas ao redor riam, mas acho que elas nem perceberam.
Dançaram a noite toda e, apesar de estarem num samba, dançaram maracatu, funk, reggae, porque afinal de contas tudo vale a pena quando a dose não é pequena. Apesar da dor de cabeça do dia seguinte e de não lembrar exatamente como foi embora (mentira!), Inês guardou o que batizou como “símbolo’ daquela produtiva amizade: O copo. Está na estante de sua sala. Pois, o que à primeira vista parece apenas um copo, na verdade é a prova cabal de que estando em boa companhia qualquer programa vira o programa do século. Com direito a muito mico, claro!

3 comentários:
Onde estão os textos de Geni, Beatriz, Catarina e cia??? Beijos
Dialogar? Podia ligar, ao menos, pra "bater um papo de virilha" (como costumava dizer um amigo)!!
Pôxa.. dialogar foi um pouco demais.. mas "papo de virilha"já é o extremo oposto, não!? hahahahhaa
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