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domingo, maio 04, 2008

início da teoria marxista do amor

Na última postagem não encerrei o trocadilho marxista do amor, então faço uma postagem especial. Aconselho a ler o “ninguém cala esse chororô” primeiro e vir subindo

Só para encerrar a minha teoria marxista do amor (ainda farei uma tese assim):
O amor e as ilusões que vem com ele, são próprias da nossa sociedade capitalista que os usam como forma de alienação. O trabalhador, além de trabalhar e deixar a mais valia para o empregador, e deixa também no seu dia-a-dia parte da sua força revolucionária tentando entender seus companheiros, ou a melhor forma de agradá-lo. O auge da ilusão capitalista se faz no dia dos namorados, 12 de junho, quando todos são incentivados a correr a lojas para comprar, consumo, e demonstrar algum amor. Quem não faz isso não tem a quem demonstrar amor, está excluído do sistema, não produz tão bem e não recebe benefícios que um ser apaixonado poderia trazer.
Enfim, temos que acabar sim com a ilusão do amor para que possamos fazer a revolução. A luta de classes será necessária mas não suficiente para derrotar o inimigo e implantar a ditadura do proletariado. Depois disso, conheceremos o verdadeiro amor...

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