primeiro, a continuação do encontro...
previsível, muito previsível...nada saiu de acordo com o esperado. infelizmente a mudança não foi tão positiva. teve um ponto mas que não vem ao caso.
o que vale é que eu tentei fazer a diferença e esbarrei na dificuldade gerada pelo ser humano, ou seja, nós dois. eu confesso que crio uma dificuldade em relação a expressão corporal. acho que faço de forma errada, mas o pior é ler a expressão corporal do outro. nisso eu tenho uma dificuldade do cão (o cão sabe muito bem na verdade).
mas vamos lá. eu tive uma certeza no momento do encontro: ele é tudo o que eu quero, é lindo, inteligente e cativante.
mas não é suficiente, preciso saber do seu estado civil, mas como perguntar isso? não sei...tenho que adivinhar, e para isso prefiro confiar no meu sexto sentido: solteirooooo
se eu pensar que ele é inteligente e imaginar que a genialidade dele não é só para o trabalho mas também para o lado pessoal, posso pensar que ele tb imagina que algo acontece no ar...ou será que a inteligência dele ficou reservada só para a política e afins?
antes do encontro um deslize dele demonstrou a alegria do encontro, mas no final o desfecho foi simples, normal, sem grandes excitações....pq? pode não querer, pode querer tb.
porém, preciso admitir: tb não dou abertura, não digo meu estado civil, não vou além das formalidades que um encontro já marcado, não lembro da existência de um bar com cerveja...poderia tb dar o passo inicial ou final, dependendo da situação.
para finalizar o post: a cada dia tento montar esse quebra-cabeça, mas está difícil. a próxima peça chegará no próximo final de semana e eu acho que assim eu fecho: ou eu ataco ou saio correndo sem nem olhar para trás...enquanto isso vou espiando...

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