o quer seria oferecido nesse local:
homens e mulheres inteligentes disposto para a combinação letras, alcool e sexo,não necessariamente nessa ordem e com todos esses elementos.
por que só homens são privilegiados na busca do prazer?
mulheres quando querem comprar esse produto tem que se contentar com homens fortes, bronzeados, com corpos mais brilhoso que batata frita. e quem gosta dos gordinhos, barrigudos mas que também fazem loucuras? uiii
ficamos a ver navios, porque não adianta dizer que esses tipos estão sobrando pq eu mesma procuro e não acho.
um bom papo, sem ou com promiscuidade e sem a chatice de ter que se fazer de difícil, e principalmente sem pensar na máxima: "o que ele vai pensar de mim"...e no final da noite, ou também do dia, não precisar dar o telefone e nem esperar a ligação...eis a verdadeira lei áurea.
mas temos um problema...essa vida libertina satisfaz apenas por um momento, no quinto mês de termas intelectual eu já estaria saturada e louca pela ilusão: "será que hj me dou bem?"
apenas algumas reflexões dos momentos vazios que tive nas horas vazias da vida dos dias não tão cheios lamento os erros de grafia de algumas palavras. não escrevo previamente, por isso esses equívocos e a falta de correção . não quero revisar os textos pq cada erro e cada texto teve o seu momnto vazio que não quero hoje preencher. boa leitura
Quem sou eu
- AMANTE DA VIDA NUM MUNDO EGOÍSTA QUE AMA DEMAIS POR MUITO MENOS....
- sem descrições a fazer...os leitores poderão fazer por mim
segunda-feira, setembro 24, 2007
saudades
Saudades
Uma palavra que não tem tradução. Disso todos nós sabemos
O que não sabemos é porque sentimos tanta saudade de algumas coisas.
Como é possível esquecer algo vivido por tanto tempo? Por outro lado, como é possível ficarmos lembrando de algo vivido tão rápido?
Vivo numa eterna contradição...disso já tinham me falado, principalmente os homens quando queriam me atingir, mas acho que tenho piorado. Ou melhor, tenho vivido a contradição do amor, do rápido com o longo, do eterno com o duradouro, enfim, já não sou a mesma.
Já não sou a mesma no modo de falar, de pensar de agir e de telefonar. Eis o fator da minha mudança. Já não ligo mais, já não procuro mais quem antes eu morria se não falasse um dia. Cresci, mas também envelheci. E nesse envelhecimento tenho tirado algumas conclusões: ou o destino existe ou eu estou ferrada...tenho tendências para acreditar mais na segunda opção.
Pensar que serei feliz através da realização de duas coisas que desejo muito e o que é melhor, que essa felicidade tem dia e hora para acontecer independente da minha ação seria perfeito...mas não consigo. Não consigo acreditar que eu não mando nessa parada. Mas também não quero crer, conforme o comercial da TV que deixei de conhecer "o cara" pq quis ficar em casa. Faço questão de preservar essa minha autonomia...única coisa que me orgulho no momento.
Mas também (de novo essa construção) o que vou fazer pra dar a arrancada para o espetáculo do crescimento, do meu crescimento?
Eu não sei...só sei que to aqui, fazendo minhas coisas, meus projetos, e poucos planos para o futuro (pelo menos em alta voz não tenho feito)
Mas não paro de querer uma coisa, uma pessoa e isso ta me deixando péssima, quase doida...mas não sei o que fazer...isso é resultado da mudança...estou feliz por isso.
Mas também (já sei, esse é o exemplo da minha contradição) as vezes me sinto péssima pela falta de saudade de algumas coisas e pessoas. Não sinto mais a vontade de sair correndo para um lugar, para o lugar, conforme no passado. Não quero mais ver, falar, conversar e sei lá mais o que com algumas pessoas...me sinto tal mal, principalmente quando sou cobrada a sentir isso que não quero sentir
Enfim, saudades ou é praga para brasileiro ou só nós temos esse privilégio de ter e expressar o tão nobre sentimento....
Uma palavra que não tem tradução. Disso todos nós sabemos
O que não sabemos é porque sentimos tanta saudade de algumas coisas.
Como é possível esquecer algo vivido por tanto tempo? Por outro lado, como é possível ficarmos lembrando de algo vivido tão rápido?
Vivo numa eterna contradição...disso já tinham me falado, principalmente os homens quando queriam me atingir, mas acho que tenho piorado. Ou melhor, tenho vivido a contradição do amor, do rápido com o longo, do eterno com o duradouro, enfim, já não sou a mesma.
Já não sou a mesma no modo de falar, de pensar de agir e de telefonar. Eis o fator da minha mudança. Já não ligo mais, já não procuro mais quem antes eu morria se não falasse um dia. Cresci, mas também envelheci. E nesse envelhecimento tenho tirado algumas conclusões: ou o destino existe ou eu estou ferrada...tenho tendências para acreditar mais na segunda opção.
Pensar que serei feliz através da realização de duas coisas que desejo muito e o que é melhor, que essa felicidade tem dia e hora para acontecer independente da minha ação seria perfeito...mas não consigo. Não consigo acreditar que eu não mando nessa parada. Mas também não quero crer, conforme o comercial da TV que deixei de conhecer "o cara" pq quis ficar em casa. Faço questão de preservar essa minha autonomia...única coisa que me orgulho no momento.
Mas também (de novo essa construção) o que vou fazer pra dar a arrancada para o espetáculo do crescimento, do meu crescimento?
Eu não sei...só sei que to aqui, fazendo minhas coisas, meus projetos, e poucos planos para o futuro (pelo menos em alta voz não tenho feito)
Mas não paro de querer uma coisa, uma pessoa e isso ta me deixando péssima, quase doida...mas não sei o que fazer...isso é resultado da mudança...estou feliz por isso.
Mas também (já sei, esse é o exemplo da minha contradição) as vezes me sinto péssima pela falta de saudade de algumas coisas e pessoas. Não sinto mais a vontade de sair correndo para um lugar, para o lugar, conforme no passado. Não quero mais ver, falar, conversar e sei lá mais o que com algumas pessoas...me sinto tal mal, principalmente quando sou cobrada a sentir isso que não quero sentir
Enfim, saudades ou é praga para brasileiro ou só nós temos esse privilégio de ter e expressar o tão nobre sentimento....
terça-feira, setembro 04, 2007
desencontros e felizes encontros
Olá, como vai?Eu vou indo, e você, tudo bem?Tudo bem, eu vou indo correndoPegar meu lugar no futuro. E você?Tudo bem, eu vou indo em buscaDe um sono tranqüilo, quem sabe?Quanto tempo...pois é, quanto tempo...Me perdoe a pressaÉ a alma dos nossos negócios...Oh! não tem de quêEu também só ando a cemQuando é que você telefona?Precisamos nos ver por aíPra semana, prometo, talvez nos vejamosQuem sabe?Quanto tempo...pois é, quanto tempo...Tanta coisa que eu tinha a dizerMas eu sumi na poeira das ruasEu também tenho algo a dizerMas me foge a lembrançaPor favor, telefone, eu preciso beberAlguma coisa, rapidamentePra semana...O sinal...eu procuro você...Vai abrir...Prometo, não esqueçoPor favor, não esqueçaAdeus,Não esqueço, adeus
encontros diários
Encontros diários
Desencontros constantes
A expressão agulha no palheiro (nem sei como escreve) é a melhor definição para a cidade do Rio de Janeiro, melhor dizendo, para o centro do rio de janeiro. Digo isso porque ando nessa cidade em busca de uma pessoa e não encontro. Ora, quem me vê falando assim deve pensar, mas o que queria essa menina? O rio é muito grande, quais seriam as chances dela encontrar um dia quem ela está procurando?
Eu digo todas...tenho todas as chances de encontrar qualquer pessoa...basta um simples empurrão do acaso.
Por que encontro pessoas conhecidas atravessando a rua, dentro do ônibus, ou as vejo passando distante de mim, quando não estou procurando e, em outras situações, não vejo quem eu quero há tempo?
Deve haver alguma explicação física ou química para os encontros casuais ou também para os esbarrões...esses definidos por mim como prazerosos quando bem sucedidos. Uma viagem de ônibus pode render frutos e espinhos. A mesma lei da física que faz com que percamos o ônibus e nos força assim pegar outro que nesse sim esteja aquela pessoa querida deve ser a mesma que nos impede de olhar para os lugares certos nos momentos cruciais de nossas vidas.
Detesto pensar que minha felicidade possa estar no ônibus que não peguei, na festa que não fui ou no sinal que não parei. A música que chico e bethânia (sinal fechado)cantam é o exemplo de angústia e de susto que alguém pode sentir ao encontrar outra pessoa que queria ver mas que ao mesmo tempo não tem o que dizer...
A mesma força que determina o meu nascimento, mas a morte de outro, não deve ser aquela que traça os casais apaixonados que se conhecem no acaso. Não quero parecer pessimista mas não vou perder meu tempo pensando que não vou encontrar quem eu quero devido as forças do destino...se for assim, fico em casa e espero a banda passar..talvez ele esteja nela e eu fique na janela pensando que a banda, ou ele, está tocando para mim.
O acaso é mau, mas não esperar por ele é pior...que venham os esbarrões....
Desencontros constantes
A expressão agulha no palheiro (nem sei como escreve) é a melhor definição para a cidade do Rio de Janeiro, melhor dizendo, para o centro do rio de janeiro. Digo isso porque ando nessa cidade em busca de uma pessoa e não encontro. Ora, quem me vê falando assim deve pensar, mas o que queria essa menina? O rio é muito grande, quais seriam as chances dela encontrar um dia quem ela está procurando?
Eu digo todas...tenho todas as chances de encontrar qualquer pessoa...basta um simples empurrão do acaso.
Por que encontro pessoas conhecidas atravessando a rua, dentro do ônibus, ou as vejo passando distante de mim, quando não estou procurando e, em outras situações, não vejo quem eu quero há tempo?
Deve haver alguma explicação física ou química para os encontros casuais ou também para os esbarrões...esses definidos por mim como prazerosos quando bem sucedidos. Uma viagem de ônibus pode render frutos e espinhos. A mesma lei da física que faz com que percamos o ônibus e nos força assim pegar outro que nesse sim esteja aquela pessoa querida deve ser a mesma que nos impede de olhar para os lugares certos nos momentos cruciais de nossas vidas.
Detesto pensar que minha felicidade possa estar no ônibus que não peguei, na festa que não fui ou no sinal que não parei. A música que chico e bethânia (sinal fechado)cantam é o exemplo de angústia e de susto que alguém pode sentir ao encontrar outra pessoa que queria ver mas que ao mesmo tempo não tem o que dizer...
A mesma força que determina o meu nascimento, mas a morte de outro, não deve ser aquela que traça os casais apaixonados que se conhecem no acaso. Não quero parecer pessimista mas não vou perder meu tempo pensando que não vou encontrar quem eu quero devido as forças do destino...se for assim, fico em casa e espero a banda passar..talvez ele esteja nela e eu fique na janela pensando que a banda, ou ele, está tocando para mim.
O acaso é mau, mas não esperar por ele é pior...que venham os esbarrões....
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